Ir além

Arranha-céus de madeira podem reduzir o impacto de carbono da construção

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Os arranha-céus com estrutura de madeira cresceram cada vez mais na última década, com o Mjøstârnet de 18 andares em Brumunddal, Noruega (foto à direita), entrando na lista de Projetos Mais Influentes do PMI graças à sua altura recorde entre as estruturas de madeira. Agora um novo artigo no periódico Environmental Research Letters está dando aos líderes de projeto outro motivo para considerar a madeira em vez de concreto e aço.

O estudo descobriu que se a indústria da construção adotasse a madeira em grande escala nas próximas duas décadas, cerca de 420 milhões de toneladas de dióxido de carbono poderiam ser sequestradas dentro de prédios de madeira somente na Europa. A madeira absorve sequestra naturalmente o dióxido de carbono. Por outro lado, a produção de cimento e aço são responsáveis por cerca de 15 por cento das emissões de dióxido de carbono em todo o mundo, de acordo com a CleanTechnica.

A promessa dos “arranha-céus de madeira” parece estar se realizando. No ano passado, a França determinou que todos os edifícios públicos após 2022 fossem construídos com pelo menos 50 por cento de madeira ou outro material orgânico.

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